Descrição

Objetivo: Discutir o impacto da LPGD no Brasil.  Discutir ainda impactos da inteligência artificial sobre o ensino jurídico e temas correlatos.

Justificativa: Levar a LGPD à discussão entre advogados e professores da  LGPD. Bem como a discussão quanto a inteligência artificial e Ensino Jurídico.

Palestrantes:
Vanessa Batista Oliveira
Graduada em Direito pela UNIFOR.  Possui Pós-Graduação Lato Sensu em Direito Processual Civil. Mestre em Direito.  Advogada Trabalhista. Conselheira Estadual da OAB-CE. Presidente da Comissão de Ensino Jurídico da OAB-CE.  Vice-Presidente da comissão de Direito do Trabalho da OAB-CE. Membro da comissão nacional de Direitos sociais da OAB Federal. Professora  de Direito do Trabalho  e de Direito Processual do Trabalho em Cursos de Graduação e de Pós Graduação lato sensu.

André Peixoto
Advogado especializado em Direito Digital. Presidente da Comissão de Direito da Tecnologia da Informação da OAB/CE. Professor de  Pós-graduação e MBA na disciplina de Direito Digital. Foi fundador e ex-Presidente do Instituto de Direito da Tecnologia da Informação – IDTI (Gestão 2016-2018). Mestre em Direito Constitucional e Especialista em Direito Empresarial, com ênfase em Comércio Eletrônico.
Tema: “LGPD: A Proteção de Dados Pessoais como Direito Fundamental”

Mateus Rodrigues Lins
Mestrando em Direito pela UNIFOR, Advogado e escritor.
Tema: “Modelos Educacionais para o Século XXI”

Victor Alves Magalhães
Mestrando em Direito pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e Pós-Graduando em Gestão Educacional pela Damásio Educacional (SP)
Tema: “As novas funções e preocupações de um professor do Direito”

Datas: 30 de agosto de 2019
Carga Horária: 3 h/a
Horário: 14 às 17 horas.
Local: ESA/CE – Av. Washington Soares, 800 – Guararapes

 

NÃO GARANTE DESCONTO NA ANUIDADE

 

A ESA se reserva no direito de adiar o início do curso, alterar o professor se necessário, bem como, no caso de não ser atingido o número mínimo de inscrições para o financiamento do curso, cancelar sua realização, sem que isso implique infração contratual, nem possibilite ao aluno cobrar qualquer tipo de reparação a essa instituição.